Gestão dos recursos do FUNDEB em Beberibe: análise da relação com os indicadores de aprendizagem na rede pública municipal
DOI: https://doi.org/10.32586/rcda.v24i2.1086
Palavras-chave:
FUNDEB, financiamento educacional, gestão pública municipal, qualidade da aprendizagem, federalismo fiscalResumo
O financiamento da educação básica no Brasil foi reconfigurado pela Emenda Constitucional n.º 108/2020 e pela Lei n.º 14.113/2020, que tornaram o FUNDEB permanente, ampliaram a complementação da União e introduziram novos critérios redistributivos. Nesse contexto, este estudo investiga: qual a relação entre a gestão dos recursos do FUNDEB em Beberibe/CE, no período de 2021 a 2024, e os indicadores de aprendizagem da rede pública municipal? O objetivo geral consiste em analisar a aplicação dos recursos e sua associação com os resultados educacionais, à luz do federalismo fiscal, da eficiência do gasto público e da accountability educacional. Adotou-se abordagem metodológica mista, combinando análise documental e estatística descritiva longitudinal de dados financeiros (SIOPE, RREO, STN) e indicadores educacionais (IDEB, SAEB e taxas de fluxo), além de entrevistas semiestruturadas com gestores e membros do CACS-FUNDEB, cujos dados foram examinados por análise de conteúdo. Os resultados evidenciam associação temporal entre a expansão dos repasses – especialmente via VAAT e VAAR – e melhoria dos indicadores nos anos iniciais do ensino fundamental, caracterizados por altas taxas de aprovação e evolução do IDEB. Nos anos finais, contudo, persistem fragilidades estruturais, com maiores índices de reprovação e abandono. Observou-se elevada conformidade normativa na execução orçamentária, embora marcada por rigidez fiscal decorrente da concentração de despesas com pessoal e por desafios de governança e transparência. Conclui-se que o aumento de recursos constitui condição necessária, porém não suficiente, para elevar a qualidade da aprendizagem, exigindo planejamento estratégico, alocação equilibrada e fortalecimento do controle social para assegurar resultados sustentáveis.
Métricas
Referências
ARNAUD, J. C. Financiamento do ensino médio no setor público: políticas públicas educacionais do Estado do Ceará no período de 2008 a 2014. 2022. 162 f. Tese (Doutorado em Políticas Públicas) – Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2022. Disponível em: http://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=108031. Acesso em: 27 mar. 2026.
BAIÃO, A. L.; CUNHA, A. S. M.; SOUZA, F. S. R. N. Papel das transferências intergovernamentais na equalização fiscal dos municípios brasileiros. Revista do Serviço Público, [S. l.], v. 68, n. 3, p. 583–610, 2017. DOI: 10.21874/rsp.v68i3.1406. Disponível em: https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/1406. Acesso em: Acesso em: 27 mar. 2026.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 8 mar. 2025.
BRASIL. Lei n.º 11.494, de 20 de junho de 2007. Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB, de que trata o art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 21 jun. 2007. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11494.htm. Acesso em: 13 fev. 2026.
BRASIL. Lei n.º 14.113, de 25 de dezembro de 2020. Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). Diário Oficial da União, Brasília, 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14113.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
BRASIL. Emenda Constitucional n.º 53, de 19 de dezembro de 2006. Dá nova redação aos arts. 7º, 23, 30, 206, 208, 211 e 212 da Constituição Federal e ao art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, criando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 20 dez. 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc53.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
BRASIL. Emenda Constitucional n.º 108, de 26 de agosto de 2020. Altera a Constituição Federal para tornar permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB e dispor sobre novas regras de complementação da União. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 27 ago. 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc108.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
CASTRO, J. A. de. Financiamento da educação pública no Brasil: evolução dos gastos. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/items/48c3b6eb-3fa9-4c12-b9e4-540bee5d9eb4. Acesso em: 27 mar. 2026.
CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2012, p. 295–316.
ENKEVICS, A. S.; SOUZA, V. B. de. Efeitos redistributivos da ponderação pelo nível socioeconômico e pela disponibilidade de recursos vinculados à educação no âmbito do Novo FUNDEB. Brasília: SEB/MEC & Ipea, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/financiamento-da-educacao-basica/imagens_pdf/Relatrio_Final_Produto_3.pdf. Acesso em: 5 mar. 2025.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
JUNIOR, L. de S.; LIMA, D. de; MOURA, S. A. de. The effectiveness of Fundeb: an exploratory study in the education network of the state of Paraíba. Revista Educação e Fronteiras, Dourados, v. 11, n. esp. 1, e021015, 2021. Disponível em: https://ojs.ufgd.edu.br/educacao/article/download/16502/9078/56806. Acesso em: 5 mar. 2025.
LIMA FILHO, G. D. L. Federalismo fiscal e o discrepo na descentralização da educação pública no Brasil no século XXI: evolução dos gastos e matrículas no ensino básico e superior. 2013. 228 f. Tese (Doutorado em Educação Brasileira) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/7690/1/2013-TESE-GDLFILHO.pdf. Acesso em: 27 maio 2025.
MANTOAN, P. I. O federalismo fiscal brasileiro e a experiência do FUNDEB: aplicação do modelo de equalização fiscal. 2019. Dissertação (Mestrado em Direito Econômico e Financeiro) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2133/tde-10072020-012351/publico/6488990_Dissertacao_Parcial.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARTINS, E. L. P. Compras públicas no Brasil: um panorama bibliométrico da produção científica nos programas de mestrado e doutorado (1993–2022). 2024. Dissertação (Mestrado em Governança e Desenvolvimento) – Escola Nacional de Administração Pública, Brasília, 2024. Disponível em: https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/8350/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Everton%20Martins.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.
MINAYO, M. C. de S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
MONLEVRADE, J. A. C. Construção da complexidade do financiamento da educação pública no Brasil. Fineduca – Revista de Financiamento da Educação, Porto Alegre, v. 2, n. 4, p. 1-10, 2012. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/fineduca/article/download/40787/28875/187843. Acesso em: 5 mar. 2025.
OLIVEIRA, R. P.; SANTANA, W. (orgs.) Educação e federalismo no Brasil: combater as desigualdades, garantir a diversidade. Brasília: UNESCO, 2010. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000187336. Acesso em: 5 mar. 2025.
PINTO, J. M. de R.; ADRIÃO, T. Noções gerais sobre o financiamento da educação no Brasil. EccoS – Revista Científica, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 23-46, jan./jun. 2006. Disponível em: https://uninove.emnuvens.com.br/eccos/article/view/457/440. Acesso em: 5 mar. 2025.
RIBEIRO, J. M. C. Do FUNDEB ao FUNDEB permanente: estudo de caso do Estado de Mato Grosso. Cuiabá: UFMT, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/369428618_Do_FUNDEB_ao_FUNDEB_permanente_um_estudo_de_caso_do_estado_de_Mato_Grosso. Acesso em: 5 mar. 2025.
SANTOS NETO, M. B. dos. Reflexões sobre o efeito do novo FUNDEB na equidade da educação básica nos municípios de Goiás. 2023. 134 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Escola de Formação de Professores e Humanidades, Programa de Pós Graduação Strictu Sensu em Educação, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2023. Disponível em: https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/5066. Acesso em: 5 mar. 2025.
SILVEIRA, I. M. da; LIMA, J. E. de; TEIXEIRA, E. C.; SILVA, R. G. da. Avaliação do efeito do FUNDEB sobre o desempenho dos alunos do ensino médio no Brasil. Pesquisa e Planejamento Econômico, v. 47, n. 1, p. 1-32, 2017.
SOUZA, C. Governos e sociedades locais em contextos de desigualdades e de descentralização. Ciência & Saúde Coletiva, v. 7, n. 3, p. 431-442, 2002. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csc/v7n3/13023.pdf. Acesso em: 5 mar. 2025.
VASCONCELOS SOBRINHO, J. C. C. R. Consórcio público como instrumento para melhoria das contas municipais: um estudo envolvendo o contexto alagoano a partir da dependência financeira municipal em relação às transferências intergovernamentais. 2021. 151 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Faculdade de Direito, Programa de Pós Graduação em Direito, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2021. Disponível em: http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/8976. Acesso em: 5 mar. 2025.
YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
Referências
ARNAUD, J. C. Financiamento do ensino médio no setor público: políticas públicas educacionais do Estado do Ceará no período de 2008 a 2014. 2022. 162 f. Tese (Doutorado em Políticas Públicas) – Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2022. Disponível em: http://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=108031. Acesso em: 27 mar. 2026.
BAIÃO, A. L.; CUNHA, A. S. M.; SOUZA, F. S. R. N. Papel das transferências intergovernamentais na equalização fiscal dos municípios brasileiros. Revista do Serviço Público, [S. l.], v. 68, n. 3, p. 583–610, 2017. DOI: 10.21874/rsp.v68i3.1406. Disponível em: https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/1406. Acesso em: Acesso em: 27 mar. 2026.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 8 mar. 2025.
BRASIL. Lei n.º 11.494, de 20 de junho de 2007. Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB, de que trata o art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 21 jun. 2007. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11494.htm. Acesso em: 13 fev. 2026.
BRASIL. Lei n.º 14.113, de 25 de dezembro de 2020. Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). Diário Oficial da União, Brasília, 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14113.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
BRASIL. Emenda Constitucional n.º 53, de 19 de dezembro de 2006. Dá nova redação aos arts. 7º, 23, 30, 206, 208, 211 e 212 da Constituição Federal e ao art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, criando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 20 dez. 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc53.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
BRASIL. Emenda Constitucional n.º 108, de 26 de agosto de 2020. Altera a Constituição Federal para tornar permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB e dispor sobre novas regras de complementação da União. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, 27 ago. 2020. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc108.htm. Acesso em: 27 mar. 2026.
CASTRO, J. A. de. Financiamento da educação pública no Brasil: evolução dos gastos. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/items/48c3b6eb-3fa9-4c12-b9e4-540bee5d9eb4. Acesso em: 27 mar. 2026.
CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2012, p. 295–316.
ENKEVICS, A. S.; SOUZA, V. B. de. Efeitos redistributivos da ponderação pelo nível socioeconômico e pela disponibilidade de recursos vinculados à educação no âmbito do Novo FUNDEB. Brasília: SEB/MEC & Ipea, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/financiamento-da-educacao-basica/imagens_pdf/Relatrio_Final_Produto_3.pdf. Acesso em: 5 mar. 2025.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
JUNIOR, L. de S.; LIMA, D. de; MOURA, S. A. de. The effectiveness of Fundeb: an exploratory study in the education network of the state of Paraíba. Revista Educação e Fronteiras, Dourados, v. 11, n. esp. 1, e021015, 2021. Disponível em: https://ojs.ufgd.edu.br/educacao/article/download/16502/9078/56806. Acesso em: 5 mar. 2025.
LIMA FILHO, G. D. L. Federalismo fiscal e o discrepo na descentralização da educação pública no Brasil no século XXI: evolução dos gastos e matrículas no ensino básico e superior. 2013. 228 f. Tese (Doutorado em Educação Brasileira) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/7690/1/2013-TESE-GDLFILHO.pdf. Acesso em: 27 maio 2025.
MANTOAN, P. I. O federalismo fiscal brasileiro e a experiência do FUNDEB: aplicação do modelo de equalização fiscal. 2019. Dissertação (Mestrado em Direito Econômico e Financeiro) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2133/tde-10072020-012351/publico/6488990_Dissertacao_Parcial.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARTINS, E. L. P. Compras públicas no Brasil: um panorama bibliométrico da produção científica nos programas de mestrado e doutorado (1993–2022). 2024. Dissertação (Mestrado em Governança e Desenvolvimento) – Escola Nacional de Administração Pública, Brasília, 2024. Disponível em: https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/8350/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Everton%20Martins.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.
MINAYO, M. C. de S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
MONLEVRADE, J. A. C. Construção da complexidade do financiamento da educação pública no Brasil. Fineduca – Revista de Financiamento da Educação, Porto Alegre, v. 2, n. 4, p. 1-10, 2012. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/fineduca/article/download/40787/28875/187843. Acesso em: 5 mar. 2025.
OLIVEIRA, R. P.; SANTANA, W. (orgs.) Educação e federalismo no Brasil: combater as desigualdades, garantir a diversidade. Brasília: UNESCO, 2010. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000187336. Acesso em: 5 mar. 2025.
PINTO, J. M. de R.; ADRIÃO, T. Noções gerais sobre o financiamento da educação no Brasil. EccoS – Revista Científica, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 23-46, jan./jun. 2006. Disponível em: https://uninove.emnuvens.com.br/eccos/article/view/457/440. Acesso em: 5 mar. 2025.
RIBEIRO, J. M. C. Do FUNDEB ao FUNDEB permanente: estudo de caso do Estado de Mato Grosso. Cuiabá: UFMT, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/369428618_Do_FUNDEB_ao_FUNDEB_permanente_um_estudo_de_caso_do_estado_de_Mato_Grosso. Acesso em: 5 mar. 2025.
SANTOS NETO, M. B. dos. Reflexões sobre o efeito do novo FUNDEB na equidade da educação básica nos municípios de Goiás. 2023. 134 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Escola de Formação de Professores e Humanidades, Programa de Pós Graduação Strictu Sensu em Educação, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2023. Disponível em: https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/5066. Acesso em: 5 mar. 2025.
SILVEIRA, I. M. da; LIMA, J. E. de; TEIXEIRA, E. C.; SILVA, R. G. da. Avaliação do efeito do FUNDEB sobre o desempenho dos alunos do ensino médio no Brasil. Pesquisa e Planejamento Econômico, v. 47, n. 1, p. 1-32, 2017.
SOUZA, C. Governos e sociedades locais em contextos de desigualdades e de descentralização. Ciência & Saúde Coletiva, v. 7, n. 3, p. 431-442, 2002. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/csc/v7n3/13023.pdf. Acesso em: 5 mar. 2025.
VASCONCELOS SOBRINHO, J. C. C. R. Consórcio público como instrumento para melhoria das contas municipais: um estudo envolvendo o contexto alagoano a partir da dependência financeira municipal em relação às transferências intergovernamentais. 2021. 151 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Faculdade de Direito, Programa de Pós Graduação em Direito, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2021. Disponível em: http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/8976. Acesso em: 5 mar. 2025.
YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista: apenas para a 1ª Publicação.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Controle – Doutrina e Artigos concordam com os seguintes termos:
1 A Revista Controle – Doutrina e Artigos não se responsabiliza pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es), não significando necessariamente o posicionamento do Tribunal de Contas do Estado do Ceará e do Instituto Plácido Castelo;
2. O periódico segue a uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite o uso e compartilhamento dos trabalhos publicados, desde que se atribua crédito aos autores e fontes;
3 O(s) responsável(is) pela submissão de artigos declara(m), sob as penas da Lei, que a informação sobre a autoria do trabalho é absolutamente completa e verdadeira;
4 O(s) autor(es) garante(m) que o artigo é original e inédito e que não está em processo de avaliação em outros periódicos;
5 A responsabilidade por eventuais plágios nos artigos publicados é de responsabilidade do(s) autor(es);
6 É reservado aos Editores o direito de proceder ajustes textuais e de adequação dos artigos às normas da publicação;
7 A Revista Controle – Doutrina e Artigos não realiza cobrança de nenhuma taxa ou contribuição financeira em razão de submissão de artigos ou de seu processamento;
8 A publicação dos artigos na Revista Controle – Doutrina e Artigos não gerará direito à remuneração de qualquer espécie; e
9 O(s) autor(es) autoriza(m) a publicação do artigo na Revista Controle – Doutrina e Artigos.