A Qualidade e a Agilidade do Controle Externo Dependem Diretamente do Desempenho de seus Servidores
DOI: https://doi.org/10.32586/rcda.v12i2.120
Palavras-chave:
Evolução RH. Gestão de Pessoas. Tribunais de Contas. Ambiente Multigeracional.Resumo
Com a globalização e o acelerado avanço tecnológico surgiram novos cenários de gestão e, em particular, na área de Recursos Humanos, cuja função foi elevada à condição de natureza estratégica nos últimos 20 anos. Passamos do RH tradicional à Gestão de Pessoas. Do operacional ao estratégico. De uma arquitetura burocrática e rotineira para um modelo estratégico de alinhamento do desempenho individual com as estratégias organizacionais. Esse novo cenário, hoje denominado Gestão de Pessoas, exige uma reflexão mais aprofundada acerca dessa realidade ainda pouco conhecida no âmbito organizacional dos Tribunais de Contas. Então, o objetivo deste artigo é discutir acerca das políticas e das práticas de Gestão de Pessoas desenvolvidas por essas instituições na busca de um bom desempenho organizacional, que garanta a qualidade e a agilidade dos serviços por elas prestados à sociedade. Para tanto, optou-se por apresentar inicialmente a evolução histórica do RH, contextualizada dentro da Teoria Geral da Administração, para, em seguida, descrever o cenário atual dessa área – Gestão de Pessoas – onde há forte tendência de que as organizações governamentais, em especial, neste artigo, os Tribunais de Contas, incorporem cada vez mais em suas práticas cotidianas os conceitos e tendências há muito utilizados pelas organizações privadas. Por fim, falamos do ambiente multigeracional que hoje caracteriza o contexto interno dessas instituições de contas, destacando o papel da ATRICON e do IRB nesse processo.
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